10 razões para gostar de uma menina

10 razões incríveis (e fotogênicas) para você gostar de Channing Tatum ... ele entregou seu coração à sua esposa atual com quem têm uma menina linda. ... Todas essas razões são mais do ... Nossa coleção de mais de 200 perguntas para fazer a uma garota. Nossa coleção de 200+ para perguntar a uma garota é cheia de grandes perguntas para iniciar uma conversa com a garota que você gosta. Nós as dividimos em seis categorias diferentes. No início, coletamos 50 perguntas para fazer a uma garota como um aquecimento. Ao gostar de uma garota devota a Cristo, é importante respeitar e dar importância a essa fé, mas isso não deve se tornar uma questão entre os dois. Abrir espaço para a religiosidade é apenas uma maneira de levar os sentimentos dela em consideração, e mostrar que está envolvido no relacionamento. 10 razões para gostar mais de si mesmo As pessoas passam a vida inteira aprendendo que é necessário amar as outras pessoas, mas nunca foram ensinadas a buscar o amor-próprio. Não perca tempo. Não se enrosque, tornando as coisas estranhas para a menina falando com você. Como evitar ser o idiota curioso e ser o verdadeiro homem engraçado. Um cara engraçado e real que sabe fazer uma risada da menina não espera por aplausos. O show tem que continuar. Diga algo engraçado, espere um instante de resposta para ela e continue falando. 10 razões para Jennel Garcia ser uma inspiração Aos 19 anos, e após ser eliminada do X-Factor, Jennel mostra que nem sempre é preciso ganhar, na teoria, para vencer, na prática. 1-Eu gosto quando você me olha nos olhos e perde a noção do que estava falando. 2-Eu gosto de quando você me promete fazer a menina mais feliz do mundo. 3-Eu gosto quando você cumpre essa promessa todos os dias. 4-Eu gosto da sua paciência que você têm ao me ouvir mesmo que eu fale coisas sem sentido. 5-Eu gosto quando você me abraça com uma força de me ter porém com um carinho de ...

Sou babaca por querer seguir a minha vida?

2020.07.03 17:31 claudias05 Sou babaca por querer seguir a minha vida?

Oiii turma. Espero que esteja tudo bem com vocês. Desde já lamento pelo texto enorme xD. Eu mandei para o pare de mímimi a pedir ajuda á Gabbie a minha história, mas também quero a vossa opinião.
Bem, para começar com um pouco de contexto, a minha mãe ficou grávida de mim quando tinha 18 anos e o meu pai tinha 19. Isto é muito importante!
Sempre me explicaram que eu nasci por acidente, e eu nunca levei isso a mal, pelo contrário eu brincava com a situação a dizer que sou um acidente feliz.
Como os meus pais foram pais novos, eu tenho os meus avós todos vivos e os meus bisavós também, e sempre fomos uma "família feliz e unida" (depois percebes a razão das aspas).
Até aos meus 12 anos de idade a minha família era o meu apoio, eu sempre sufri bullying na escola (o bullying durou até aos meus 16 anos)e a minha família era tudo para mim, mas aos 12 os meus pais separaram se e o meu mundo caiu.
O problema não foi a separação dos meus pais, eu desde sempre que digo "prefiro vê los bem e separados, do que juntos e mal". O problema foi que graças á separação deles eu descobri que eu vivi uma ilusão a minha vida toda.
Eu sempre fui um pouco mais madura e um pouco mais inteligente do que o normal, e os meus pais aproveitavam isso, "ah C, tens que perceber que isto e isto não pode, os pais não podem" entre outras coisas. E devido a uma parte da família me ver como a razão da vida dos meus pais terem sido arruinadas, eu, para além de gostar imenso de me esforçar por mim mesma, sempre me esforcei duas vezes mais nas coisas para os agradar e fazer por merecer um lugar na família e o amor deles.
Eles começaram me a ver como a "salvação" e a menina deles e começei a ter muita pressão em cima. Quando os meus pais se separaram, eu virei a adulta da família, os meus pais, e os meus avós (tanto os paternos como os maternos) tem todos depressão, e na altura que os meus pais se separaram o meu irmão mais novo tinha 6 anos era muito pequeno, então eu é que fui o suporte da família. Apesar disso, quando eles estavam mal eu era o apoio, quando ficavam melhor eu já era só uma cachopa que não sabia nada da vida.
Conforme o tempo foi passando eu descobri que afinal aquela "família feliz" era uma mentira, eles fingiam isso tudo a minha frente para não me afetar, quando na verdade a família era cheio de problemas, de vinganças, problemas de heranças e intrigas e entre outras coisas.
Eu e o meu irmão ficamos com a minha mãe e íamos ver o meu país aos fins de semana, e com o passar do tempo o meu pai começou a mudar o comportamento dele.
Começou a manipular me, e a tornar se abusivo (nunca me bateu, porque apesar de todos os problemas eu continava a ser a menina, e ele só fazia as chantagens emocionais e os jogos mentais).
Os problemas começaram a aumentar com o tempo, a minha mãe com a depressão dela começou a prender me ainda mais (eles sempre foram muito protetores por serem pais jovens e nunca me deixaram fazer nada), não podia fazer nada, não podia ir ter com os meus colegas, nada.
E o meu pai começou a piorar os comportamentos dele.
Em relação ao meu pai chegamos mesmo a ter a polícia envolvida, aos meus 17 anos a polícia chegou a aconcelhar,fazer mos queixa porque o que ele fazia comigo, com a minha mãe e com o meu irmão era violência doméstica emocional e psicólogica (por isso é que não digo as coisas que ele fez para não dar gatilho em ninguém que esteja a ler).
Nesse mesmo ano fui a tribunal testemunhar sem advogados nenhuns contra o meu pai. Eu fui lá dei o meu testemunho e disse "eu não quero que ele vá preso, eu quero que o ajudem e que o acompanhem, porque eu sei que ele tem depressão e ele não tem de ser preso só precisa de ajuda". Resumindo a situação do tribunal eu pus a juíza a chorar em pleno julgamento, os advogados não sabiam mais o que dizer, o meu pai graças ao meu testemunho ia ser punido e acompanhado, mas a minha mãe desistiu da queixa.
Depois disso eu deixei de ir ter com ele, já que não resolviam o assunto eu ia dar prioridade a mim mesma e a minha saúde mental (graças a tudo o que ele fez a minha média escolar desceu 6 valores e mesmo assim consegui acabar esse ano como se tivesse descido apenas 0,2 valores, mesmo com tudo a acontecer). Eu não podia deixar estas coisas afetarem o meu futuro.
Devido a esses 0,2 valores, eu perdi direito a bolsa de mérito devido as boas notas. (isto vai importar mais a frente).
Quando deixei de ir, o meu irmão ia na mesma, e o meu pai usava o meu irmão para me fazer inveja e a vida num inferno. Ele dizia me vezes e vezes em conta que não havia razões para não ir porque ele na fazia nada, e comprava o meu irmão para ele lhe dar razão.
Em casa a minha mãe dizia "estas a ver o que estás a fazer ao teu pai? Já viste o que estás a fazer aos teus avós também, quanto eles estão todos a sofrer" ela dizia isso sempre que nos falávamos do meu pai. Farta da ouvir decidi ir ter com ele para exprimentar e o meu pai começou logo com problemas outra vez e com as coisas dele, e eu tentava sempre resolver e ele fazia se de vítima e culpava me a mim.
Falei com os meus avós para o tentarmos ajudar a ultrapassar a depressão dele, e disseram que era só eu deixar de mentir que a depressão dele passava (ou seja eu era a culpada da depressão dele, quando ele sempre a teve).
Em relação ao meu pai eu apenas ignorei o assunto vou ter com ele apenas em festas de anos ou assim e pouco tempo para ele não poder manipular e para a minha mãe não me chatear (apesar de que ela diz sempre "vez tinha razão" quando é mentira porque eu quando vou para lá eu tenho de por uma máscara e agradar lhes em tudo, e sinto me horrível sempre que vou e estou la).
O problema aserio foi agora á um tempo. Eu fiz os 18 em maio, e desde o início de 2020 que a minha mãe anda me a prender mais e sempre a mandar a baixo a dizer que não estou pronta para gerir uma casa sozinha porque sou desorganizada e coisas assim (quando é mentira, eu adoro organizar as minhas coisas, eu apenas o faço de maneira diferente dela). Ela até diz a minha avó (mãe dela) coisas que eu não faço bem, imagina eu faço 5 coisas 4 bem e uma mal, e ela conta a mal a minha avó e diz "opah vez, já eu não era nada assim contigo, agora a c fogo". Até na minha cara ela faz isso.
A depressão dela tem piorado e ela está quase no mesmo ponto que ficou quando os meus pais se separaram, (ela ficou de cama 3 meses e eu com 12 anos na altura é que a levantei da cama).
Ela tem andado pior e descarrega em mim. Eu é que tenho feito as coisas em casa, e depois de 6 anos a aturar estes problemas e a resolver tudo e a compreender tudo, e de sofrer imenso mas sempre a compreender que eles tinham problemas e a depressão, eu decidi ter uma conversa com a minha mãe.
Eu deixei de lhe contar o que sentia depois dos 13 anos, porque ela deixou de me apoiar, dizia que era normal, que iria piorar com o tempo, para eu ignorar, que ela não podia porque estava cansada, que os problemas dela agora eram maiores. Mas no fim de cada coisa desta que ela dizia, ela dizia sempre "mas compreendes não é c?"
Eu decidi que tinha que ser sincera com ela, e tentei faze ló durante muito tempo, mas eu não andava bem e não iria ter capacidade de compreender o ponto dela, ou ela andava mal. Ou até ela dizia que não tinha tempo para essas coisas. Uma vez eu tentei pedir lhe ajuda por causa do bullying e ela disse "ignora que isso passa" (durou 10 anos seguidos e até hoje tenho alguns problemas devido a isso.)
Na quarentena ela começou a ficar muito sufocante (eu não saio de casa há literalmente 110 dias). E eu decidi falar com ela e dizer:
"nos sempre falávamos e tu perguntava se eu compreendia, e eu compreendia, mas isso não significa que eu não sentisse as coisas. E quando eu dizia que compreendia tu começas logo "entao pronto escusas de estar com essas trombas, fogo C". A única coisa que quero mãe e que compreendas tu agora que não é por eu perceber as vossas coisas que eu não sinto as coisas e tenho direito de não estar bem também."
A minha mãe foi se super abaixo, ela sempre se apoiou imenso em mim, eu sempre fui mais concelheira dela ou apoio do que uma relação de mãe e filha, principalmente depois da separação deles. Quando eu lhe contei isto em vez de se focar no assunto começou a falar de como a vida dela foi complicada e por isso ela não tem a cabeça bem, e que era uma mãe horrível, mas que apesar de tudo o que passou tentou o melhor. Ela voltou a fazer o que fazia sempre que eu tentava falar com ela, focou se nela e nos problemas dela.
Eu falei por exemplo da situação do tribunal e disse:
"Eu compreendo que tu não queiras sentir que eras a razão pela qual o pai foi para a prisão, mas eu e o J(o meu irmão) já te tínhamos dito que não era a culpa tua, e depois de tudo eu senti me traída por teres tirado a queixa e ainda teres começado a defende ló a dizer que eu é que o andava a magoar". Ela simplesmente disse que eu tinha de compreender que ele foi uma grande parte da vida dela e que aquilo tudo de magoava, e eu só disse "sim eu compreendo te, ele é meu pai lembras te. Só te peço que percebas que também tenho direito a sentir me mal". E ela virou a história toda para ela e a fazer se de vítima e a valorizar mais o que ela estava a sofrer por tudo.
E agora vem o grande ponto, nessa conversa ela disse "eu vou te contar algo que só eu e o teu pai sabemos, tu não foste um acidente, eu e ele decidimos ter te de propósito para fugirmos de casa".
Quando ela me disse isso caiu me tudo, e tudo começou a fazer sentido. Eu tenho falado com o meu tio (irmão dela, eu e ele somos muito parecidos e os únicos racionais e imparciais nesta família) e já falei com a psicóloga do meu irmão/minha que tem acompanhado o meu irmão e a minha mãe, e cheguei a muitas conclusões.
Eu fui só uma desculpa para fugir de casa, eles tiveram me como desculpa para sair e passado um ano não conseguiram e tiveram de voltar para a casa dos meus avós. Na minha vida toda já mudei de casa 10 vezes porque eles nunca queriam viver com os meus avós mas nunca conseguiam gerir o dinheiro.
A minha família sempre me viu como um erro, e fui culpada por tudo e mais alguma coisa. Mas cada vez que eles queriam trocar de casa eu tinha que compreender e shiu.
Eu cheguei a conclusão que eu passei a minha vida toda a viver a vida deles. Sempre compreendi as coisas deles, sempre ajudei os apoiei e nunca me deixaram fazer nada.
Um exemplo, eu faço imensas coisas e quando alguém vem a minha mãe gaba se que a filha tem boas notas, tem imensos hobbies, muitos projetos, é boa a desenhar a cantar e por aí fora. Mas quando eu quero fazer algo levo logo com um não.
Eu organizei a banda da minha escola sozinha, e estava a frente disso tudo, e estava a ter ensaios da banda para a festa de Natal e a minha mãe fez de tudo para eu não ir aos ensaios só porque não. Depois anda a mostrar a tudo e a todos os vídeos da festa,a gabar se da filha dela fazer isto e aquilo, como se fosse graças a ela quando ela é que põem as barreiras todas contra. E chega mesmo a desvalorizar as coisas a dizer que o que eu faço são apenas hobbies, por exemplo desenhar (já vendi obras minhas e ela disse para cobrar metade do preço a sério só porque é um hobbie).
Não te contei tudo porque era mesmo muita coisa, mas hoje em dia simplesmente já tou farta. Graças a tudo o que eles me fizeram, eu não me sinto em família e muito menos em casa.
Consigo simplesmente apagar qualquer pessoa da minha vida, já não olho para eles da maneira como olhava, para mim eles já não são nada.
E o problema é, eu quero viver a minha vida. Eu quero agora quando acabar os exames ir trabalhar para guardar dinheiro para ir tirar o curso de psicologia na universidade, e a minha mãe não me deixa ir trabalhar. Diz que quer ser ela a pagar e que eu vou e venho todos os fins de semana e que vou continuar a viver com ela e dependente dela. E eu não quero isso, eu quero começar a minha vida.
Eu já tive 7 trabalhos na minha vida toda, já trabalhei desde os meus 15 anos fora da família (para a minha família desde os 10) e tinha dinheiro guardado.
Agora não tenho dinheiro nenhum, porque o meu pai não pagava a pensão de alimentos, e a minha mãe usou o meu dinheiro para por comida na mesa. (Ela usou o dinheiro que eu guardava do trabalho, o das bolsas que recebi e quando era pequena usava o que recebia como prendas).
Não tenho dinheiro nenhum, ainda não tenho carta nem carro, pois o dinheiro que era para isso a minha mãe gastou me o dinheiro e eu não quero que sejam eles a pagar me a universidade. Eu prefiro entrar na universidade daqui a 3 anos e pagar eu e ter a minha independência do que continuar dependente deles economicamente.
O problema é, a minha mãe esta outra vez com um esgotamento, e o meu pai também está muito mal com a depressão dele e anda a tentar comprar me para me voltar a ter. Basicamente eles andam me a prender mais e mais a eles.
E eu sei que se eu simplesmente ignorar tudo e todos, ignorar o assunto e seguir a minha vida e viver finalmente para mim, que eu sofro no primeiro mês mas que aseguir sigo a minha vida e depois de tudo o que me fizeram ao fim de tanto tempo já não vou sofrer mais.
No fim,foi tudo uma mentira enorme e eu fui apanhada no meio sem culpa.
Mas também sei que se eu o fizer, a família vai se toda a baixo.
A minha mãe perde o apoio, o meu irmão vai piorar (ele é igual ao meu pai, mas eu tenho andado a educa ló basicamente e anda a melhorar).
O meu padrasto vai acabar por largar a minha mãe (a relação deles é basicamente dependência amorosa e eu é que tenho andado a apoiar tanto um como outro e tem resolvido as coisas) e os meus avós vão sofrer ao ver a filha deles assim. Do lado do meu pai vao sofrer outra vez de eu me afastar (eles acham que me tem na mão).
Eu ando a pensar em acabar os exames, tirar a carta e fazer alguns dos meus projetos, e depois apartir de setembro preparo o terreno cá em casa para ir trabalho. E se começarem com problemas saio de casa.
Isto tem me chateado imenso a cabeça, tem me complicado imenso porque,quero viver a minha vida mas não queria simplesmente ter que curtar tudo com eles. Queria tentar resolver tudo de forma que desse para não haver tantos problemas.
As vezes ainda penso que sou eu apenas a ser uma adolescente a fazer birra e esqueco. Finjo que o problema sou eu é muito mais fácil de resolver assim, mas a minha saúde mental é muito mais importante e não posso continuar assim.
Sei que é complicado a história,mas turma digam me, sou a babaca por querer viver a minha vida sem problemas e fazer as minhas coisas depois de tudo?
PS: desculpem o tamanho do texto 😅
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